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domingo, 31 de dezembro de 2017
domingo, 31 de julho de 2016
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
É cachorro, mas é meu amigo...
![]() |
| Foto: Luiz Filho de Oliveira |
Cantiga do Amigo do Cão
Espécimes de espécies,
nossa vassalagem amigosa
vem de cavernas, onde gravei
nossos nomes em paredes;
histórias desenhadescritas
sobre ancestral papiro,
sobrenatural bem divino
o qual encantou, Amigo,
o rito do mar de signos,
estes, a cantar (grito-o!)
tal poeta pelo mundo
o amigável Canis Lupus,
um parente de Anúbis.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
IDENTIDADE COM A LÍNGUA ALIENÍGENA
Poema é o nome do Poeta
Luiz é o latino Ludovicus
(portugálico medievalescrito);
do francês vem o Francisco;
a Oliveira é a que dá azeite;
o Filho? Tradição escritantiga:
Mendes, os filhos de Mem;
Fernandes, de Fernando os
filhos;
e, ainda sobre nomes, segundo
ditam,
os Segundos, Sétimos – Enésimos!
–;
Netos, Juniores, Primos,
Sobrinhos...
Nomes da língua que
se-inscrevem aqui,
neste quadro que escritura a
poesia...
(LUIZ FILHO DE OLIVEIRA. Deleituras Líricas.WEB: 2014.)
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Três poemas de um novo escritor das antigas
A tela de barro escreveu-se líquido cristal
A pegada
é cuneiforme?
Então, vai, acunha!
novivíssimo escrito do antigo
o escriba egípcio hoje
bem nesta tela com pixels
com esse estilete teclescreve
seu papel (antigo)
rasga ritos & passagens
para esta página líquida
desmente o trabalho manual da mente
o estilo
ainda nas mãos está
gravando outras páginas mesmas:
argila, metais, pergaminho, pedras,
papiro, papel (do Nilo),
eletrônica tela...
nelas,
tanta linguagem: sons,
e palavras mil, poemas, imagens...
segunda-feira, 22 de março de 2010
Mais valem dois poemas na tela da Terra do que duas aves voando sem chão
Solos da manhã sem Sol abrasador em Teresina
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Em português é mesmo isto:
se o bem-te-vi, vezes seguidas,
mal sentado me-vir sozinho aqui,
repetirá bem estridente seu hino
a plenos pulmões tão pequenos
(que não foi deus porra nenhuma
que criou tal corpo complexíssimo!).
Acredito sim, diz a mim: bem me-viu.
Às voltas então com a minha língua,
em outro galho da árvore vizinha,
incontinenti sola a rola pequenina
fazendo-me ouvir, como na fazenda,
as coivaras das queimadas apagando.
Alvíssaras a quem ouvir teu canto
nesta terrinha, para nós, tão grande,
pelo poema ecoando-se gigante.
Num canto maior à tarde um poeta vida uma ave
Primavera em maio
meu bairro exala um canto
e eu canto outra Fênix
Do ninho no galho
Fogo apagou! (cinzas)
Primavera em maio
meu bairro exala um canto
e eu canto outra Fênix
Do ninho no galho
da árvore a ave canta
e encanta nova mente:
Fogo apagou! (cinzas)
Fogo apagou! (ChiSpaS)
Fogo apagou! (VIDA)
(À mesa do quarto, na cidade abaixo do universo.)
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