domingo, 17 de maio de 2026
MAIS 1 HOMEM-CHICO, NA SELVA DE CONCRETO, ROBERTO!
Em 1987, decidi, por ter 1 tio lá; eu decidi ir a Sáo Paulo, "aprnder a viver", segundo planejava. Sempre tive o básico que 1a criança precisa: casa, comida e roupa lavada... Kkk. Piada! De q gosto não sei o seu. O meu foi razoável. Não éramos ricos, mas papai e mamãe nos proveram do q nos-trouxe até aqui. Gratidão. A minha queixa é só por mamãe ter-me-desmamado de 1 forma tão "trágica", depois de somente 3 anos de amamentação! Não dava 1 prego numa barra de sabão! Então, já q meu tio Daniel aceitava - talvez Etiene, sua esposa, tivesse dado pra trás! Mas não sei quais foram os pontos do acordo entre mamãe e seu irmão. Fui a São Paulo. Ponto.
Lá, eles - os contra - me-cunharam de "Baiano". E que ficasse esperto pra não "fazer baianada"! Respondi de pronto: Tomate cru! Apesar de gostar dos irmãos baianos, sou piauinse, bodim! E não vem com essa de "Ei, Piauí", q meu nome é Luiz! Aprendi o q pude, sobretudo, a conferir trocos & trocas. Lá não havia muito papo pra essa de solidaridade. Isso - olha lá! -, só entre pessoas muito próximas mesmo! Cidade escrota pra isso. Fiquei de butuca ligada desde tanta "sobrevivência". Ainda bem q eu não era "quinta série", como muitos dos meus irmãos do Nordeste - meu amigo de Alagos, q nunca tinha ido nem a Maceió, qdo via um magote de gente, dizia, "Olha 1 rebaim de gente"! Os sulistas não nos toleram. Isso se a gente tiver serventia; senão, "sem chance!", eles diziam.
Gratidão, Etiene e Daniel. A ti, minha tia de tabela, agradeço, principalmente, aquele 1o esporro - não em mim, em Daniel! -: Tu viu
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