terça-feira, 4 de dezembro de 2012

FOGO-APAGOU ASCENDEU À CHAMA POÉTICA: A VIDA

Imagem (Google): Rolinha Fogo-apagou (Columbina Squammata) 


num canto maior à tarde um poeta vida uma ave

Primavera em maio
meu bairro exala um canto
e eu canto outra Fênix

Do ninho no galho 
da árvore a ave canta
e encanta nova mente:

Fogo apagou! (cinzas)
Fogo apagou! (Chispas)
Fogo apagou! (VIDA)




(LUIZ FILHO DE OLIVEIRA. Onde Humano. Teresina: Nova Aliança, 2009-2012.)


8 comentários:

Janice Adja disse...

O fogo consome tudo.
Beijos!!

Anônimo disse...

Muito bom, Poeta: Você é o que de melhor surgiu na literatura piauiense nos últimos dez anos...

Luiz Filho de Oliveira disse...

O fogo "é fogo", Janice.

Se sou isso tudo; então, já saí do anonimato. Continuo trabalhando pra melhorar

Júllio Machado disse...

Parabéns!
Diria que esta poética está em chamas.

Não é de mau tom pensar que a nossa fênix-esperança é cíclica.

Abraços!

Anônimo disse...

Fogo apagou! (Oscar)
Fogo apagou! (Niemeyer)
Fogo apagou! (VIDA)

Luiz Filho de Oliveira disse...

Esta poética é brasa! Mora, Júlio?


Oscar deixou de a terra circunsquadrinhar e foi fazê-lo noutros planos...

Anônimo disse...

A vida, ávida por mais poesia em chamas (d)e momentos invocados pelo supremo bem (que é) vi(r)ver...


- Artur Duarte

Luiz Filho de Oliveira disse...

Ávida, a mente exclama uns poemas. Seja bem-vindo, e deleituras, Artur.